
Yemanjá, Iemoja "Iemanjá" ou Yemoja, é uma orixá africana, seu nome tem sua origem da expressão Iorubá "Yèyé omo ejá"("Mãe cujos filhos são peixes") – wikipedia.
Para as tribos de origem Iorubá, a dona do mar é Olokun, que é mãe de Iemanjá.
Iemanjá, para o povo Egbá é saudada como Odò (rio) ìyá (mãe) devido a sua ligação com Olokun, Orixá do mar (masculino (em Benin) ou feminino (em Ifé)), muitas vezes é referida como sendo a rainha do mar em outros países.
No Brasil, é uma das orixás mais respeitada e de grande popularidade entre os seguidores de religiões afro-brasileiras, e até por membros de diferentes religiões, sendo que em Salvador, no dia 2 de Fevereiro, ocorre uma das maiores festas do país em homenagem à "Rainha do Mar". A sua celebração envolve milhares de pessoas, vestidas de branco, saem em procissão até ao templo-mor, localizado próximo à foz do rio Vermelho, onde são feitas oferendas, tais como espelhos, bijuterias, comidas, perfumes e toda sorte de agrados. No Rio de Janeiro, na virada de revellion, milhares de pessoas comparecem e depositam no mar oferendas para a divindade. A celebração também inclui o tradicional "Banho de pipoca" e os saltos das sete ondas, onde que os fiéis, ou até mesmo seguidores de outras religiões, pulam, após a meia noite, como forma de pedir sorte à Orixá.
Na Umbanda, é considerada a divindade do mar, além de ser a deusa padroeira dos náufragos, mãe de todas as cabeças humanas.“Iemanjá, rainha do mar, é também conhecida por dona Janaína, Inaê, Princesa de Aiocá e Maria, no paralelismo com a religião católica. Aiocá é o reino das terras misteriosas da felicidade e da liberdade, imagem das terras natais da África, saudades dos dias livres na floresta.” - Jorge Amado
Além da grande diversidade de nomes africanos pelos quais Iemanjá é conhecida, a forma portuguesa Janaína também é utilizada, embora em raras ocasiões. A alcunha, criada durante a escravidão, foi a maneira mais branda de "sincretismo" encontrada pelos negros para a perpetuação de seus cultos tradicionais sem a intervenção de seus senhores, que consideravam inadimissíveis tais "manifestações pagãs" em suas propriedades. Embora tal invocação tenha caído em desuso, várias composições de autoria popular foram realizadas de forma a saudar a "Janaína do Mar" e como canções litúrgicas.
Caracteríticas:
Dia: Sábado.
Data: 2 de fevereiro.
Metal: prata e prateados.
Cor: prata transparente, azul, verde água e branco.
Comida: manjar branco, acaçá, peixe de água salgada, bolo de arroz, ebôya, ebô e vários tipos de furá.
Arquétipo dos seus filhos: voluntarioso, fortes, rigorosos, protetores, caridosos, solidários em extremo, ingênuos, amigo, tímido, vaidosos com os cabelos principalmente, altivos, temperamentais, algumas vezes impetuosos e dominadores, e tem um certo medo do mar. Símbolos: abebé prateado, alfange, agadá, obé, peixe, couraça, adê, braceletes, e pulseiras.
No passado foi sincretizada com a santa católica. Em alguns momentos, inclusive festas em homenagem as duas se fundem. No Brasil, tanto Nossa Senhora dos Navegantes como Iemanjá tem sua data festiva no dia 2 de fevereiro. Costuma-se festejar o dia que lhe é dedicado, com uma grande procissão fluvial.No dia 8 de dezembro, outra festa é realizada à beira mar baiana: a Festa de Nossa Senhora da Conceição da Praia. Esse dia, 8 de dezembro, é dedicado à padroeira da Bahia, Nossa Senhora da Conceição da Praia, sendo feriado municipal em Salvador. Também nesta data é realizado, na Pedra Furada, no Monte Serrat em Salvador, o presente de Iemanjá, uma manifestação popular que tem origem na devoção dos pescadores locais à Rainha do Mar - também conhecida como Janaína.
Na capital da Paraíba, a cidade de João Pessoa, o feriado municipal consagrado a Nossa Senhora da Conceição, 8 de dezembro, é o dia de tradicional festa em homenagem a Iemanjá. Todos os anos, na Praia de Tambaú, instala-se um palco circular cercado de bandeiras e fitas azuis e brancas ao redor do qual se aglomeram fiéis.
Iemanjá está muito associada a imagem da mãe que protege seus filhos a todo custo.
Fonte: pt.wikipedia.org/wiki/Iemanjá





























Conta o mito que o Assura Raktabija tinha o poder, dado por Brahma em gratidão por sua dedicação, que o protegia de ser destruído. Se seu sangue fosse derramado, dele nasceria um clone mais poderoso ainda. Raktabija, desafiou os deuses, que ao lhe ferirem, viram surgir novos demonios idênticos, mas cada vez mais poderosos. Então pediram a Parvati que evocasse Durgha para combater o exército de Raktabijas. A batalha se seguiu e a quantidade de demônios só aumentava. Furiosa diante de tal situação, Durgha se torna Kali, uma deusa de pele escura e com uma língua grande e vermelha, que arranca a cabeça do Demônio e bebe todo seu sangue e passa a caçar e a matar todos os demônios que encontra, fazendo um colar de cabeças e uma saia de braços de sua vítimas. Com o fim da luta um novo problema surgiu, Kali ficou tão eufórica que passou a dançar freneticamente e tão forte que seus movimentos passaram a ameaçar a existência do universo. Para evitar que os mundos fossem destruídos, Shiva, seu esposo, deitou sob os seus pés enquanto a deusa dançava até que ela se acalmasse.












Ganesh possui duas esposas, Siddhi (Sucesso) e Riddhi (Prosperidade), onde há sucesso e prosperidade, Ganesh está lá.