
Se você não me queria,
Evitar essa dor,
Se você não me queria,



Os Santos Cosme e Damião foram sincretizados com as divindades Ibejis, filhos de Iansã e criados por Oxum, quando estes foram abandonados nas águas de um rio por sua mãe. Por serem gêmeos, são associados à dualidade e por serem crianças estão ligados a tudo que se inicia: a nascente de um rio, nascimento das crianças, o germinar das plantas, novas uniões e empreitadas. Seus filhos, pessoas que possuem a proteção das divindades, apresentam temperamento infantil, nunca abandonam a criança que foram um dia, são brincalhonas e irrequietas.
Ibejis olhando pelas crianças
Lenda da Origem dos Ibejis
“Existiam num reino dois pequenos príncipes gêmeos que traziam sorte a todos. Os problemas mais difíceis eram resolvidos por eles; em troca, pediam doces, balas e brinquedos.
Esses meninos faziam muitas traquinagens e, um dia, brincando próximos a uma cachoeira, um deles caiu no rio e morreu afogado. Todos do reino ficaram muito tristes pela morte do príncipe.
O gêmeo que sobreviveu não tinha mais vontade de comer e vivia chorando de saudades do seu irmão, pedia sempre a Orumilá que o levasse para perto do irmão. Sensibilizado pelo pedido, Orumilá resolveu levá-lo para se encontrar com o irmão no céu, deixando na terra duas imagens de barro. Desde então, todos que precisam de ajuda deixam oferendas aos pés dessas imagens para ter seus pedidos atendidos.” http://umbandaestudo.blogspot.com/2008/09/ibeijada.html

Para a Igreja Católica o dia de São Cosme e São Damião é dia 26 de setembro, enquanto que na Umbanda, Candomblé, Batuque, Xangô do Nordeste e Xambá, comemora-se o dia de Cosme e Damião no dia 27 de setembro, na Umbanda não só Cosme e Damião são comemorados nesse dia mas também à todas as crianças, com distribuição de doces e brinquedos para a criançada, principalmente no Rio de Janeiro.Mariazinha da beira da praia
Como é que sacode a saia?
É assim, assim, assim...
É assim que sacode a saia!
Pedrinho da beira da praia
Como é se que abana o boné?
É assim, assim, assim Assim que se abana o boné
"As Falanges das crianças vêm para nos mostrar o quanto é importante encarar a vida com alegria! Esses pequenos, com simplicidade nos trazem grandes ensinamentos, por possuírem muita inocência e pureza são entidades mais próximas de Oxalá e obedecem diretamente a Oxum (orixá do Amor)". http://www.tutc.com.br/arquivos_diversos/boletim_07-11.pdf

Manifesto Krig-Ha
Miragens
É uma doutrina fundada por Sidarta Gautama entre 563a.c. e 483a.c., onde não há um Deus criador. Seu objetivo é evitar o mal, fazer o bem e cultivar a mente, a fim de atingir o Moksha (fim do ciclo de reencarnações, Samsara), chamado de Nirvana.
Religião formada a partir do Hinduismo e do Islamismo pelo Guru Nanak em 1469, crê em um único Deus e segue os ensinamentos dos 10 Gurus que traçaram as suas diretrizes.
Religião de origem Indo-européia, surgida na Índia entre 4000 e 6000 anos, pautada nas manifestações de Brahman (Espírito Supremo), com destaque para a Trimurti, trindade de deuses, formada por Brahma (Construidor), Vishnu (Preservador) e Shiva (Destruidor).
Os templos Hindus demonstram toda arte e arquitetura desse povo, com obras de imensa beleza.
Hanuman é um Vanara (ser da floresta) da raça dos Símios, ele era um símio humanóide, no Ramayana, é tratado como se fosse uma encarnação de Shiva para ajudar Rama (encarnação de Vishnu) em suas tarefas.
No Ramayana, o demônio Ravana, sequestrou a princesa Sita, esposa de Rama. Graças aos poderes de Hanuman, o cativeiro de Sita em Lanka, atual Sri Lanka, foi descoberto. Entre os seus poderes estavam o poder de voar, de mudar sua forma e de alterar o seu tamanho. Numa passagem, Lakshmana (irmão de Rama) e Rama, foram aprisionados por Ahiravana tio de Ravana e só poderiam ser libertados, se cinco fogueiras fossem apagadas ao mesmo tempo, então Hanuman assumiu uma forma com cinco cabeças:
Em outro momento, Lakshmana foi ferido em batalha e para o salvar, Hanuman se torna um gigante e leva a Montanha Dronagiri para o campo de batalha, para que os macacos retirassem as ervas para curar Lakshmana.
Hanuman foi tão devotado à Rama e Sita, que se tornou imortal.
Kali é ma das manifestações de Parvati e está entre as divindades mais cultuadas no Hinduísmo. È uma deusa muito antiga e a ela ainda são realizados sacrifícios animais e antigamente os sacrifícios eram humanos. Até o século XIX, seus seguidores os Thugs, acreditavam que seguidores de outros deuses eram demônios disfarçados de gente, então eles se aproximavam dessas pessoas, faziam amizade e quando ganhavam sua confiança, as estrangulavam e em ritual as cortavam em diversas partes, na maioria das vezes, suas vítimas eram pessoas de castas inferiores. Para não deixar pistas do “crime”, as vítimas eram enterradas e os Thugs dançavam sobre o “túmulo” para achatar a terra. Tal prática, foi extinta no século XIX, pois os Thugs passaram a ser caçados na Índia pelos ingleses.
Conta o mito que o Assura Raktabija tinha o poder, dado por Brahma em gratidão por sua dedicação, que o protegia de ser destruído. Se seu sangue fosse derramado, dele nasceria um clone mais poderoso ainda. Raktabija, desafiou os deuses, que ao lhe ferirem, viram surgir novos demonios idênticos, mas cada vez mais poderosos. Então pediram a Parvati que evocasse Durgha para combater o exército de Raktabijas. A batalha se seguiu e a quantidade de demônios só aumentava. Furiosa diante de tal situação, Durgha se torna Kali, uma deusa de pele escura e com uma língua grande e vermelha, que arranca a cabeça do Demônio e bebe todo seu sangue e passa a caçar e a matar todos os demônios que encontra, fazendo um colar de cabeças e uma saia de braços de sua vítimas. Com o fim da luta um novo problema surgiu, Kali ficou tão eufórica que passou a dançar freneticamente e tão forte que seus movimentos passaram a ameaçar a existência do universo. Para evitar que os mundos fossem destruídos, Shiva, seu esposo, deitou sob os seus pés enquanto a deusa dançava até que ela se acalmasse.
É uma das manifestações de Parvati, diz-se possuidora de grande beleza, com três olhos como lótus, dez poderosas mãos, cabelos anelados, seus ornamentos são feitos de ouro, cravejado de pérolas e pedras preciosas. Suas armas são as armas de todos os deuses e seu vahana (veículo) é Astrid, representado algumas vezes como um leão e outras como um tigre.
É a esposa de Shiva, ela é a encarnação da deusa mãe.
Shiva e Parvati, formam uma família com dois filhos: Ganesh e Skanda.
Parvati, a esposa devotada e mãe amorosa, possui mais duas manifestações, Durga e Kali
* Kali
Skanda é o deus da guerra. Sua montaria é o Vel, um pavão, e suas armas são: uma espada, um dardo, um bastão, um disco e um arco, embora, geralmente, ele seja retratado empunhando uma sakti ou lança, o dardo é usado para simbolizar o Seu alcance e proteção, o disco simboliza o Seu conhecimento da verdade, o cetro representa Sua força e o arco mostra sua habilidade para vencer todos os males. Montar o pavão simboliza sobrepujar o ego.
As esposas de Skanda são Valli e Devasena.
Ganesh é o deus destruidor dos obstáculos, de ordem material e espiritual, é o deus mais reverenciado na Índia, é o filho mais velho de Shiva e Parvati, é considerado o mestre do intelecto e da sabedoria. Ele é representado como uma divindade com uma enorme barriga, com quatro braços (as figuras de Ganesh com dois braços são um Tabu) e a cabeça de elefante. Ele é o símbolo das soluções lógicas e daqueles que descobriram a divindade dentro de si. 
* Cabeça de Elefante – indica fidelidade, inteligência e poder; * Uma única presa – indica o rompimento de todas as formas de dualismo;
* Orelhas grandes – Demonstra grande habilidade de escutar as pessoas que procuram ajuda e para refletir verdades espirituais; * Tromba curvada – Demonstra a facilidade de discernir entre o divino e o físico; * Marca do Tríshula na testa – representa o passado, presente e o futuro e a capacidade de Ganesh se sobrepor a eles; * Barriga grande – Capacidade de Ganesh de sugar os sofrimentos do universo e os digerir, protegendo o mundo; * Machadinha – É o símbolo da restrição de todos os desejos que trazem dor e sofrimento, com ele Ganesh destrói os obstáculos; * Flor de Lótus – Simboliza a sua beatitude e a realização do seu verdadeiro eu; * Mushika (Rato) – Simboliza o ego, o desejo e o orgulho e é o veículo de Ganesh, conta a lenda que Gajamuka era um Assura Yogi muito poderoso e se tornou quase invencível a ponto de expulsar os deuses do céu. Para o deter chamaram Ganesh, que no início do embate, não pôde fazer muita coisa, pois nenhuma arma conseguia lhe atingir, a luta durou milênios, sem que nenhum sobrepujasse o outro, foi quando Ganesh fez um sacrifício e arrancou sua presa direita, arremessando-a contra Gajamukha, com tanta força, que este ficou gravemente ferido. E ao mesmo tempo, Ganesh, lançou-lhe uma maldição para que ele se transformasse num rato, e foi o que aconteceu. Então Ganesh montou no rato e o domou, obrigando-o a ser seu vahana (Veículo).
Um dos mitos de Ganesh nos conta que ele nasceu de Parvati, enquanto Shiva saíra para meditar. Parvati pedira a Ganesh que impedisse que qualquer um entrasse em seu quarto, enquanto ela se banhava. Estando Ganesh, um menino, na porta do quarto, Shiva chegou e foi impedido de entrar nos aposentos. Furioso, Shiva avança sobre o menino e os dois travaram uma grande luta, até que Shiva lhe arranca a cabeça e a queima. Ao ver Ganesh morto, Parvati reclama com Shiva e lhe diz que ele matara o próprio filho. Então Shiva pede ao seu exército para trazer a cabeça do primeiro animal que passasse diante do templo, e assim foi feito. Com a cabeça de um elefante, Ganesh, foi assim ressuscitado. Vídeo produzido pela Turma MA-2 de 2007 da Anhembi Morumbi Designe de Games
Ganesh possui duas esposas, Siddhi (Sucesso) e Riddhi (Prosperidade), onde há sucesso e prosperidade, Ganesh está lá.